5 de novembro de 2013

Resenha - Divergente

Ooooooi, geeenteee!! Ai que saudade eu estava daqui. Vocês não sabem pelo o que eu passei esses últimos dias; foi uma correria, uma agonia. Por isso que eu não escrevi para vocês, estava sem ideias, minha angustia não deixou-me escrever, ter inspiração. No entanto, Deus é maravilhoso e "me colocou pra cima". Para quem não sabe o motivo da minha desanimação foi o tal do Enem. Todos sabem que ele estava mais difícil que ano passado, por isso eu fiquei chateada, insegura. Porém, passou, vai dar tudo certo, estreguei nas mãos de Deus e resolvi escrever para vocês.

Nesses meus dias angustiante, a fim de que eu ficasse melhor, terminei de ler "Divergente". Confesso que, no início, eu ficava bocejando com ele. É parado, não acontece nada de interessante nas primeiras páginas, mas ler é uma coisa que eu AMO e, por isso, não deixei o livro de lado. Continuei encarando aquelas páginas sem graça, e querem saber? O final é maravilhoso, surpreendente. Bem, não é um FINAL, afinal Divergente é uma trilogia. Gostei tanto do livro que fui logo atrás de pegar o segundo livro da série. Porém, é bom ressaltar que as primeiras páginas são super importantes, como qualquer outra, mas ela serve para você compreender o enredo.
DIVERGENT.
Diante disso, diante do surpreendente livro que Veronica Roth conseguiu criar, resolvi fazer uma resenha para vocês.

Algumas pessoas comparam Divergente com Jogos Vorazes. Realmente, chegam a ser parecidos, uma vez que o enredo de ambos se passa em um futuro distante. Onde a sociedade é organizada em "castas", no caso de Jogos Vorazes, e em "facções, no caso de Divergente; em ambos os casos ocorre revolta relacionado com o Governo, em contexto diferente, é claro.

Beatrice é uma menina que acaba de completar 16 anos, uma idade considerada importante para o seu Governo. E, sendo assim, ela tem a opção de escolher se vai mudar de facção, ou continuar na facção (Abnegação) onde ela sempre morou com os pais e o irmão, Caleb. Sua escolha pode mudar não só seu futuro, mas de todos a sua volta. Por isso, ela se sente pressionada e a sua escolha deixa todos ao seu redor em "estado de pânico".

No seu teste, Beatrice descobre ser Divergente. No princípio, ela não entendeu o que isso queria dizer, no entanto, com o decorrer das páginas, ela vai percebendo o quão perigosa ela pode ser para o Governo. Por isso, ela começa a a ser alvo de uma série de torturas, seja dentro da sua facção ou seja do próprio Governo.

Além disso, seu irmão Caleb também precisa fazer sua escolha, deixando a família transtornada com ela. Apesar de todo esse "alvoroço", Beatrice se adapta à nova idade, à nova vida, às novas pessoas.

Veronica Roth soube como me prender em cerca de 400 páginas. Soube como criar um enredo incrível, e melhor, com continuação de dois livros. Vale a pena ler essa trilogia.

Então, gente. Quem já o leu deve estar na frente do computador concordando com as minhas palavras, quem não leu aconselho a ir atrás o mais rápido possível dessa obra de arte.
É isso, gente, até a próxima! ;**

Laris Carneiro

2 comentários:

  1. Divergente foi o primeiro livro que li esse ano. Amei a história, a ideia, os personagens, TUDO.
    Seu blog é ótimo!
    beijos
    http://eu-ludmilla.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Eu achei entediante no início, mas o decorrer da história é impressionante e super envolvente. :)

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